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Damos as boas-vindas ao Dr. Pep Vives Roura: novo diretor médico da Área de Telerradiologia

Na Atrys, continuamos a reforçar as nossas áreas estratégicas com a incorporação de talentos clínicos do mais alto nível. Como anunciámos recentemente, o Dr. Pep Vives Roura juntou-se à empresa como novo diretor médico da Área de Telerradiologia.

Com mais de 25 anos de experiência em Radiologia, o Dr. Vives reúne uma vasta experiência tanto na prática assistencial como na direção e organização de serviços de diagnóstico por imagem. Contribui, além disso, com uma sólida experiência na implementação e gestão de plataformas de telerradiologia, um âmbito fundamental para o crescimento da Atrys.

Desenvolveu a sua carreira em centros de referência como o HM Delfos, o Hospital CIMA Sanitas, o Grupo Recoletas e o Hospital Universitário Quirón Dexeus, entre outros.

Sobre a sua incorporação, a nossa CEO, Marian Isach, afirmou que «A chegada do Dr. Pep Vives permite-nos continuar a reforçar este serviço, com a liderança clínica necessária para manter os mais elevados padrões de qualidade e acompanhar a nossa expansão internacional».

Hoje queremos conhecer melhor a visão e as motivações do novo diretor e como ele encara este novo desafio profissional. Não perca!

  1. Por que decidiu dar o salto para a Atrys e o que o atraiu no nosso projeto?

Decidi dar o salto para a Atrys porque senti que era um passo coerente com a minha trajetória. Sou médico radiologista e conheço muito bem a parte assistencial, a gestão e a pressão do dia a dia. Além disso, estou muito habituado a trabalhar com plataformas de telerradiologia, o que me permitiu compreender o seu potencial e quais os aspetos fundamentais: boa comunicação, agilidade, integração com os hospitais e manter sempre a qualidade do diagnóstico.

Fiquei atraído por essa combinação entre tecnologia e visão assistencial. Fiquei motivado por fazer parte de uma equipa que não só oferece relatórios, mas também compreende o que está por trás de cada estudo. Acredito que a minha experiência em gestão e telerradiologia pode agregar valor, otimizando processos, reforçando o relacionamento com os clientes e centrando o serviço no paciente.

2.  Quais são os principais desafios que vê no diagnóstico à distância e como gostaria de os abordar na Atrys?

Para mim, o principal desafio é manter e reforçar a sensação de integração com o serviço clínico. A telerradiologia não pode parecer algo externo; deve funcionar como uma extensão natural da equipa local, com comunicação fluida, acessibilidade e alinhamento com os protocolos.

Outro desafio é garantir a qualidade e a homogeneidade dos relatórios, especialmente com equipas amplas ou distribuídas, contribuindo com subespecialização quando necessário. Também é fundamental a gestão da urgência e dos tempos de resposta sem comprometer a qualidade.

Acredito muito na proximidade com os centros, em ouvir as suas necessidades e trabalhar de forma colaborativa. A telerradiologia é uma ferramenta muito poderosa, mas o seu verdadeiro valor está na forma como a utilizamos para estar mais conectados com os clínicos e proporcionar segurança ao paciente.

3. Que papel acha que a inteligência artificial terá na telerradiologia nos próximos anos?

Acho que a inteligência artificial vai redefinir profundamente a telerradiologia. Imagino-a como um primeiro filtro inteligente que sugere descobertas, estrutura as informações relevantes e facilita relatórios mais completos e homogéneos. Isso permitirá que o radiologista dedique mais tempo à análise complexa e à correlação clínica.

Como na Atrys trabalhamos com grandes volumes e diferentes centros, a IA pode ser um fator-chave de escalabilidade e melhoria da qualidade. Para mim, o desafio não é se ela estará presente, mas como integrá-la estrategicamente para potencializar o radiologista e não substituí-lo.

4. Que mensagem gostaria de transmitir aos radiologistas e técnicos que fazem parte da nossa rede de telerradiologia?

Quero transmitir-lhes uma mensagem de reconhecimento. A telerradiologia exige muita responsabilidade, autonomia e compromisso com a qualidade. Trabalhar à distância não é estar desconectado; implica um esforço adicional para manter a excelência e a coordenação.

Quero que sintam que fazem parte de uma equipa real. A chave é o trabalho em rede: partilhar conhecimento, apoiar-nos na subespecialização e manter canais de comunicação abertos.

Como radiologista, conheço bem os desafios do dia a dia. O meu compromisso é trabalhar para que tenham as ferramentas adequadas, processos claros e um ambiente onde se priorize a qualidade diagnóstica e o bem-estar profissional, agregando valor real aos pacientes e aos serviços com os quais colaboramos.

 

En nombre de todo Atrys, le damos nuevamente la bienvenida y estamos convencidos de que su liderazgo será clave para seguir fortaleciendo un área estratégica para nuestra compañía y de gran relevancia para el futuro del diagnóstico en el sector sanitario.  

 

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